Detalhe da Avaliação
2.8 12 0.5
VIA ARTE LEILÕES
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Galerias de Arte
E
eopiniao
03 de Novembro de 2021
2396
Cuidado com o site VIA ARTE LEILOES e a leiloeira VILMA AMARAL BARROS
Avaliação Geral
0.5
Acervo do Leilão
0.5
Descrição dos Produtos
0.5
Imagem dos Produtos
0.5
Frete e Prazo de Entrega
0.5
Bom atendimento e cortesia
0.5
Facilidade de Pagamento
0.5
Voltaria a comprar ?
0.5
Indicaria a amigos ?
0.5
No dia27/03/2024 arrematei a obra “Geométrico”, de R. Burle Marx, através do Leilão 42154, conduzido pela Leiloeira Sra. Vilma Amaral Barros, através do site Via Arte Leiloes. De acordo com os termos do Leilão, a obra acompanharia “documento e certificado de procedência”.
No mesmo dia realizei o deposito integral do valor acordado via pix, na conta de titularidade da própria leiloeira Sra. Vilma Amaral Barros.
No dia 08/04/2024 recebi a obra no endereço indicado e, para minha surpresa, a mesma veio desacompanhada da documentação comprobatória de procedência (documento e certificado), que constava na descrição do item em leilão.
Entrei em contato com a Sra. Vilma Amaral Barros questionando a ausência do documento e me foi informado que o comitente “esqueceu de entregar o certificado”.
Somente após diversas solicitações e contatos de minha parte - mais precisamente 47 dias após a compra - foi enviado um Certificado de Procedência de caráter duvidoso, emitido pela própria Via Arte Leilões.
Uma vez mais, entrei em contato com a Sra. Vilma Amaral Barros questionando a validade do documento e pedindo uma solução ao ocorrido.
No dia 24/05/24 – 2 meses após a realização do pagamento – recebi um Certificado de Transferência, assinado por Jose Henrique Fabre Rolim, que igualmente ao certificado anterior, não trazia informações suficientes para atestar a procedência da obra.
Considerando que a empresa não conseguia entregar a mercadoria nas condições ofertadas, solicitei o cancelamento da compra e estorno do valor pago. Para minha surpresa, após mais de 10 dias sem retorno, recebi um email sugerindo colocar a obra novamente à venda no site “pelo mesmo valor arrematado”.
Diante da proposta absurda, enviei uma notificação extrajudicial em 12/06/2024, para a qual recebi retorno no mesmo dia, informando que “ocorreu um erro” quando o comitente enviou a descrição da obra, bem como propondo “colocar a peça novamente em leilão e ao ser vendida realizar o estorno.”
Ou seja, além de admitirem que não realizaram a diligência mínima para confirmar a existência de um documento crucial à determinação de preço e qualidade da obra (antes de anunciá-la publicamente informando que acompanhava “documento e certificado de procedência”), ainda fizeram uma oferta imoral e ilegal de retornar ao mercado uma peça sabidamente de origem desconhecida, sem documentação crível e com potencial de causar novos danos a terceiros de boa-fé.
Diante da nova proposta absurda, em 17/06/2024, enviei email solicitando o cancelamento da venda sob pena de adoção das medidas judiciais cabíveis, para a qual não recebi retorno.
Vale destacar ainda, que após investigação mais aprofundada na internet, verificamos reclamações similares de outros clientes (documento anexo) envolvendo a Sra. Vilma Amaral Barros na qualidade de Leiloeira (a mesma atua em diversas plataformas eletrônicas de venda de obra de arte), bem como reclamações sobre a veracidade de obras avaliadas pelo Sr. Jose Henrique Fabre Rolim. Tais fatos reforçam ainda mais as suspeitas em relação à autenticidade e procedência da obra.
Agora seguirei com propositura de ação de reparação por perdas e danos na esfera civil, bem como acionamento do Ministério Público e formalização de queixa-crime perante as autoridades competentes.
No mesmo dia realizei o deposito integral do valor acordado via pix, na conta de titularidade da própria leiloeira Sra. Vilma Amaral Barros.
No dia 08/04/2024 recebi a obra no endereço indicado e, para minha surpresa, a mesma veio desacompanhada da documentação comprobatória de procedência (documento e certificado), que constava na descrição do item em leilão.
Entrei em contato com a Sra. Vilma Amaral Barros questionando a ausência do documento e me foi informado que o comitente “esqueceu de entregar o certificado”.
Somente após diversas solicitações e contatos de minha parte - mais precisamente 47 dias após a compra - foi enviado um Certificado de Procedência de caráter duvidoso, emitido pela própria Via Arte Leilões.
Uma vez mais, entrei em contato com a Sra. Vilma Amaral Barros questionando a validade do documento e pedindo uma solução ao ocorrido.
No dia 24/05/24 – 2 meses após a realização do pagamento – recebi um Certificado de Transferência, assinado por Jose Henrique Fabre Rolim, que igualmente ao certificado anterior, não trazia informações suficientes para atestar a procedência da obra.
Considerando que a empresa não conseguia entregar a mercadoria nas condições ofertadas, solicitei o cancelamento da compra e estorno do valor pago. Para minha surpresa, após mais de 10 dias sem retorno, recebi um email sugerindo colocar a obra novamente à venda no site “pelo mesmo valor arrematado”.
Diante da proposta absurda, enviei uma notificação extrajudicial em 12/06/2024, para a qual recebi retorno no mesmo dia, informando que “ocorreu um erro” quando o comitente enviou a descrição da obra, bem como propondo “colocar a peça novamente em leilão e ao ser vendida realizar o estorno.”
Ou seja, além de admitirem que não realizaram a diligência mínima para confirmar a existência de um documento crucial à determinação de preço e qualidade da obra (antes de anunciá-la publicamente informando que acompanhava “documento e certificado de procedência”), ainda fizeram uma oferta imoral e ilegal de retornar ao mercado uma peça sabidamente de origem desconhecida, sem documentação crível e com potencial de causar novos danos a terceiros de boa-fé.
Diante da nova proposta absurda, em 17/06/2024, enviei email solicitando o cancelamento da venda sob pena de adoção das medidas judiciais cabíveis, para a qual não recebi retorno.
Vale destacar ainda, que após investigação mais aprofundada na internet, verificamos reclamações similares de outros clientes (documento anexo) envolvendo a Sra. Vilma Amaral Barros na qualidade de Leiloeira (a mesma atua em diversas plataformas eletrônicas de venda de obra de arte), bem como reclamações sobre a veracidade de obras avaliadas pelo Sr. Jose Henrique Fabre Rolim. Tais fatos reforçam ainda mais as suspeitas em relação à autenticidade e procedência da obra.
Agora seguirei com propositura de ação de reparação por perdas e danos na esfera civil, bem como acionamento do Ministério Público e formalização de queixa-crime perante as autoridades competentes.
N
Novaes
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